domingo, 26 de outubro de 2008

Dicas de vinhos para a Primavera I



Confira a sugestão de vinhos para a estação da vida, a Primavera!


Paulo Giusti e Fábio Zanza reestruturam uma antiga vinícola que produzia vinhos desde o início do século XIX. Em 1996 fundaram a I Giusti & Zanza Vigneti. A vinícola está localizada em Fauglia, no Noroeste da Toscana, a igual distância entre Pisa, Livorno e o mar. O terreno dos vinhedos é formado por colinas de saibro arenoso e argiloso. O alto conteúdo de areia, de até 70%, garante uma ótima drenagem, o que, aliado à grande luminosidade devido à vizinhança da costa, constitui a maior qualidade deste local. A colheita é manual para possibilitar uma seleção de uvas de primeira qualidade.


Nemorino White
I.G.T. Toscano Branco – Itália
Vinícola: I Giusti & Zanza
Safra: 2006
Elaborado com as castas Trebbiano e Semillon, é vinificado parte em madeira e parte em inox por 5 meses, e depois afinado na garrafa.
Notas de Degustação: De cor amarelo-palha, apresenta elegantes
sensações de frutas, com notas florais de acácia e mel. A acidez fresca conduz a um agradável final.



Nemorino Red
I.G.T. Toscano Tinto – Itália
Elaborado com Syrah 60%, Sangiovese 30% e Merlot 10%, envelhece 5 meses em barricas de carvalho francês.
Notas de Degustação: Apresenta coloração púrpura, aromas de violeta, cereja e uva passa. Na boca, corpo de médio a encorpado.







sexta-feira, 26 de setembro de 2008

Qual é o melhor pão para degustar com azeite de oliva?

Degustamos quatro tipos de pães com o Azeite de Oliva Extra Virgem PONS. Confira:

Pão francês: foi a melhor opção no teste. O pão realçou positivamente o sabor do azeite, mantendo o equilíbrio entre o amargo e o picante.

Pão d’água: o sabor amargo ficou acentuado.

Pão de leite: a intensidade do sabor do azeite diminuiu e ao final ficou somente o sabor doce do pão.

Torradas de pão integral: foi a combinação menos acertada. As sementes do pão integral fizeram com que o retrolfato parecesse com cheiro de ranço.

A dieta mediterrânea

A palavra dieta pode ser traduzida como estilo de vida. Ao longo dos séculos, certas características geográficas como clima, temperatura e solo influenciaram a alimentação e os costumes dos habitantes próximos ao Mar Mediterrâneo, região formada por países da Europa, África e Ásia. O ícone da comida saudável no mundo é hoje a dieta mediterrânea. A leveza e o colorido dos ingredientes estão fundamentados nos cereais, nas verduras, nas frutas, nos peixes e na carne. O azeite é considerado o ouro do Mediterrâneo. Em diversas receitas da dieta mediterrânea encontramos o azeite de oliva extra virgem e as ervas aromáticas compondo o sabor requintado dos pratos. Os vinhos são a melhor escolha para a harmonização. A grande vantagem da dieta mediterrânea é o aumento da expectativa de vida, prevenção de doenças cardiovasculares e cerebrais. Porém, para uma vida saudável é preciso também fazer atividades físicas e comer sem exageros. Acima, a Roda dos Alimentos.

quinta-feira, 18 de setembro de 2008

Degustação de vinhos italianos no Ateliê Casa de Massas

No dia 17 de setembro, em Porto Alegre, realizei uma degustação de vinhos italianos numa parceria entre a Cantu Importadora e o Restaurante Ateliê Casa de Massas. Os vinhos escolhidos foram da I Giusti & Zanza, pequena propriedade da região Noroeste da Toscana. Começamos com um branco, o vinho Nemorino White, um corte de Trebbiano com Semillón, com excelente acidez, frescor e persistência. O segundo vinho foi o Nemorino Red, também um corte, de Syrah, Sangiovese e Merlot. Em seguida servimos o Belcore, elaborado com Sangiovese e Merlot, com 8 meses de envelhecimento em barricas de carvalho francês. Este vinho apresentou-se bastante frutado e bem integrado com a madeira. O grande destaque da degustação foi o vinho Perbruno, um Syrah 100% com 12 meses de envelhecimento em carvalho francês. Intenso na coloração e no olfato, com aromas de amoras, frutas maduras, especiarias, carvalho e chocolate. No paladar é macio, tem boa acidez e longo final de boca.

O prato servido como sugestão de Gelson Radaelli, proprietário do Ateliê Casa de Massas foi o Bugatoni ao Ragu de Javali, um prato muito saboroso. Simplesmente divino !

domingo, 7 de setembro de 2008

Vamos a Montanha 2008


Foi um prazer participar pela primeira vez do IX Encontro do Fórum Enológico da Academia do Vinho “Vamos a Montanha de ...Tiradentes 2008 – O Encontro da Independência.

O jantar de boas-vindas foi no Restaurante Tragaluz. Os pratos foram elaborados pela Chef Zenilca de Navarro e a harmonização foi conduzida por Romain Rolland Golgher.


Da Casa, com tomate e ervas ao forno, Quiabinho de Minas a moda da Ana, Berinjela ao azeite, Carpaccio de Abóbora ao Balsâmico, Pasta de Pimenta e Pasta de Azeitona Preta com Aliche servido com pão. Harmonização: Prosecco Terre Magre Extra Dry – Piera Martellozzo – VSAQ Vêneto-Itália.


Creme de alho poro, batata baroa e shitake. Harmonização: Finca El Origem Reserva Viognier 2007 – Mendoza – Argentina.


Sobremesa de doce de leite quente com nozes e sorvete de quijo minas. Harmonização: Espumante Terranova Moscatel – Miolo Wine Group – Vale do São Francisco – Brasil.


Na aconchegante Pousada Pequena Tiradentes aconteceram as degustações orientadas. Na palestra do enólogo e pesquisador Mauro Zanus sobre a interação vinho-madeira o vinho que mais expressou essa proposta tem passagem de 12 meses em carvalho francês: Ventisquero Grey Syrah 2005 – Vale de Maipo – Chile.

No Restaurante Theatro da Villa o Chef Carlos Eduardo de Castro apresentou um delicioso menu, harmonizado por Luiz Otávio Peçanha.
Mix de castanhas Caju e Pará, salteadas em azeite extra-virgem,curry indiano e alecrim fresco.
VINHO 1: Millésimé 2005. Miolo Wine Group. Vale dos Vinhedos. Rio Grande do Sul. Brasil.
VINHO 2: Cava Lavit Brut Rosado. NV. Segura Viudas. Catalunya.
Espanha.

O PRATO: Terrine de galinha d'angola servida com tempurá de quiabos recheados de pasta de azeitonas pretas ao molho pardo numa releitura do chefe.
VINHO 1: Ona Premium. Pinot Noir. 2006. Anakena. Casablanca. Chile.
VINHO 2: Veranda Reserva Pinot Noir. 2006. Viña Veranda. Casablanca. Chile.

O PRATO: Medalhão de filet mignon ao poivre, flambado no brandy de Jerez, servido com batata assada e gratinada ao forno, recheada de palmito pupunha e requeijão cremoso, tomilho fresco e queijo Minas artesanal Serra do Salitre, acompanhado de alho roxo confitado em especiarias.
VINHO 1: Ona Premium. Cabernet Sauvignon-Merlot-Carmenere. 2005. Anakena. Rapel. Chile.
VINHO 2: Carinae Reserva Syrah 2005. Carinae Bodega Boutique. Cruz de Piedra. Maipú. Argentina.


O PRATO: Ravioli ao forno recheado de goiabada cascão e queijo Minas artesanal servido sobre coulis quente de goiaba e mix de castanhas.
VINHO 1: Porto Messias Tawny 10 anos. Porto. Portugal.
VINHO 2: Madeira Justino’s 10 anos. Madeira. Portugal.


Foi uma experiência maravilhosa degustar vinhos e espumantes, trocando opiniões na companhia de pessoas que buscam e compartilham a cultura do vinho. Saúde e Felicidade a todos !

sábado, 2 de agosto de 2008

Vinhos para o Dia dos Pais

BENMARCO são vinhos desenvolvidos por Pedro Marchevsky em homenagem ao seu pai. BenMarco significa “filho de Marco” em hebraico. Os vinhos BenMarco expressam todo o potencial das uvas colhidas nas melhores regiões de Mendoza.




BENMARCO EXPRESSIVO

É um corte de cinco variedades. Apresenta aroma intenso e taninos maduros. Foi eleito no guia Descorchados 2008, o terceiro melhor vinho no rankig Chile-Argentina.





BENMARCO MALBEC

Vinho com um perfumado aroma de frutas vermelhas, cerejas pretas e suaves notas de madeira de carvalho. Na boca é um vinho marcante com sabores de cerejas, groselhas e ameixas.






BENMARCO CABERNET SAUVIGNON

Profunda cor vermelho púrpura com aromas de cerejas maduras e cacau. Um vinho encorpado, com uma explosão de frutas vermelhas e especiarias no paladar.

terça-feira, 29 de julho de 2008

Vinícola portuguesa Quinta de Ventozelo apresenta seus vinhos

O almoço do dia 29 de julho, na sala de degustação da Cantu Importadora foi regado a vinhos portugueses. Na oportunidade o Diretor de Exportações da Quinta de Ventozelo, Vasco Lencastre Campos apresentou os vinhos da vinícola. O primeiro a ser servido foi o Mosteiro de Cister Colheita, um vinho jovem, levemente envelhecido em carvalho americano. O segundo vinho foi o DOC Douro Quinta de Ventozelo Tinto, elaborado com três variedades, Touriga Nacional, Touriga Franca e Tinta Roriz, com seis meses de carvalho americano, é um vinho de boa estrutura e acidez, com aromas característicos da passagem no carvalho. O grande destaque do dia foi o vinho DOC Douro Quinta de Ventozelo Touriga Nacional, um vinho de boa intensidade de cor, aromas intensos onde predominam frutas silvestres, na boca é equilibrado e persistente.


Degustamos também dois vinhos do Porto. O Quinta de Ventozelo Reserva Ruby que harmonizou perfeitamente com o brownie de chocolate e sorvete de creme. E o Quinta de Ventozelo 10 Anos, um Porto de cor castanho com ricos aromas de passas, caramelo e frutos secos. Na boca é elegante, com uma doçura mediana e um longo e caramelizado final.

A Quinta de Ventozelo está situada na região do Cima Corgo, no coração da região demarcada do Douro. A propriedade foi adquirida em 1999 por um grupo de espanhóis, é uma marca nova em termos comerciais, mas antiga em termos de tradição e sucessos. É uma das vinícolas mais bem situadas, espalhada por uma superfície de 600 hectares, ao longo de 2 Km do Rio Douro. A Quinta tem 200 hectares de área de vinhedos, todos classificados com a letra “A” (a categoria mais elevada na classificação dos vinhedos nessa região). A Quinta de Ventozelo já investiu mais de 45 milhões de Euros desde o início do empreendimento.